Ainda Os nOssOs OlhOs naO se cruzaram... Ainda Os nOssOs lábiOs naO se tOcaram... Ainda Os nOssOs cOrpOs naO se Uniram... *********já eu TE AMO lOucamente!!*********
BOM DIAAAAAA.....SEGUNTAAAAA FEIRAAAAA!!!!!!
NÃO SEI SE ACORDEI OU ESTOU HIBERNANDOOOOO.....HHEHEHEHE
É ASSIM QUE ESTOU ME SENTINDOOOOOO......AMARROTADAAAAAA....
ESPERO QUE VOCÊ ESTEJA MELHORRRR QUE EUUUUUU...JOKKKKAAAAASSSSS.....
Como quem chama por alguém,
baixinho,
oiço a voz do findar do Verão,
soando já dolente,
melancólica,
rastejando pela areia semi-ardente;
[o sorriso sabendo-me a sal,
o sol raiando-me na boca]
o passo miudinho que vem pelos rochedos,
a mão na outra mão, subjugada e lenta.
#
Oiço a voz do mar, em estranho búzio,
o seu eco ressoando, ainda,
ardente por entre os altos montes.
#
Eram os finais de tarde calmos,
já com o Setembro na voz,
segredando baixinho por entre os loendros.
#
Sob o bailado das gaivotas,
respiro a bruma que vem do horizonte,
depois fico muito calado,
como num deserto de areias;
#
E junto à espuma que resta da vazante,
deito-me no areal,
com os olhos marejados de lágrimas,
gotejando dois travos de sal,
deixando o mar, apenas o mar,
arder na profusão das minhas veias.
~~~> Novas animações de Boa Semana - Hi5Recados.com Trago poemas dentro do meu peito,
das coisas belas que tenho sonhado,
são baladas de amor ao sol dourado,
dum Verão que não quero ver desfeito.
Trago poemas dentro do meu peito,
num campo florescente e perfumado,
quero fazer da vida um eldorado,
mais quimeras desfeitas não aceito.
[Jardins de sonhos com que tanto anseio,
as flores do meu sentir em que me enleio
nas cores cativas qual doce aguarela]
Este amor feito mágoas que exaspero
e que fez do meu peito um relicário
de martírios, tormentos – um sacrário
de lembranças inúteis que não quero.
Soubesse a razão do desespero,
deste querer feito dor, feito calvário,
pudesse eu destruir o lampadário
que ilumina este querer feito sincero.
Ser apenas um gesto ou vã quimera,
ser um perfume, a voz da Primavera,
espalhada pelo campo em desatino.
Fazer das mágoas um rosário antigo,
e tendo o santuário por abrigo,
espalhar as contas todas sem destino.
Pois esta triste mansão já sem futuro,
sem telhado, tectos ou muros,
onde sobrevivo e sempre estou
[que pouca gente viu ou visitou]
é somente o refúgio dos meus ais.
Trago em mim o rosado perfil da tua boca
como o sensual calor quando amanhece,
e dou-me às palavras que provocam
o amanhecer em ti que me apetece.
Há uma ave em ti forte e vibrante
que sabe fazer ninho, qual amante,
em qualquer tronco d’árvore semi-oca.
Inventei a distância dos teus passos
no silêncio da noite que descia.
[Os vidros da janela estavam baços]
Espreito, amargurado, e não te via.
Apenas vejo, sinto e respiro o mar!
Este constante marulhar
encrespado em volutas a ondear
ardendo no meu peito com fragor
E é por causa de todo o amor...